Existe alguma coisa de nossa consciência, de nossa personalidade moral, de nossa inteligência, de nosso eu, que sobreviva à decomposição do nosso invólucro material?
Não basta ensinar ao homem uma especialidade, porque se tornará assim uma máquina utilizável e não uma personalidade. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto.
Os quatro Evangelhos, todos eles, dão-nos o retrato de uma personalidade muito definida, obrigando-nos a dizer: Esse homem existiu. Isso não pode ser inventado.
Quando pudermos alterar quimicamente todos os traços indesejáveis da nossa personalidade, provavelmente perderemos a variedade que é o tempero da vida.Quando pudermos alterar quimicamente todos os traços indesejáveis da nossa personalidade, provavelmente perderemos a variedade que é o tempero da vida.